15 de nov de 2012

AUTOMEDICAÇÃO X TERAPIA


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A você  que  busca aprimorar o Autoconhecimento.  dedico este espaço a você!!!!

Aqui você vai encontrar detalhes sobre meu trabalho como terapeuta holístico e, também, publicações sobre Espiritualidade, Terapias Holísticas e Qualidade de Vida dentro de um conceito universalista de totalidade (corpo, mente e alma), afinal, somos Seres Únicos, mas ligados ao nosso interior e ao universo. O desejo move o universo, portanto, convidamos você a caminhar por essa estrada, a Senda da Luz, que é constituída de seres que estão sempre buscando na espiral da evolução, mais entendimento, paz interior e alegria para suas vidas.  A caminhada requer dedicação e perseverança, porém o resultado é salutar e se fará presente a cada dia vivido.
RENATA CARDOSO

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                                                                    URGÊNCIA!!!!
Ciente da necessidade de acolhimento e orientação que cada ser apresenta, promovo, com o uso das terapias nas quais me especializei, harmonização, busca e centramento. Tenho para cada um o olhar holístico na caminhada de volta para si mesmo. As Terapias Complementares tratam o corpo físico, o mental, o emocional, o psicológico e o espiritual. Todas elas promovem equilíbrio e saúde.



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EU SOU ALEGRE, SAUDÁVEL, PRÓSPERA E FORTE; TENHO AMOR E MUITA SORTE; VIVO POSITIVAMENTE; TENHO TUDO QUE DESEJO E PEÇO; ACREDITO FIRMEMENTE NO PODER DE MINHA MENTE; PORQUE É DEUS EM MEU SUBCONSCIENTE

QUANDO CUIDAMOS DO ESPÍRITO A VIDA SEGUE UM CAMINHO QUE SEMPRE NOS LEVARÁ A ALCANÇAR SABEDORIA E CONHECIMENTO DE MANEIRA INFINITA....

A MENTE SÓ IRÁ REPRODUZIR AQUILO QUE VOCÊ MAIS PENSA, ENTÃO SEJA POSITIVO E JAMAIS QUEIRA PARA OS OUTROS AQUILO QUE NÃO QUERES PARA VOCÊ....

LEMBREM-SE TUDO O QUE PLANTAMOS A NÍVEL ESPIRITUAL, MENTAL E FÍSICO UM DIA COLHEMOS....ESPERO QUE A VOSSA COLHEITA SEJA DE FELICIDADE E PROSPERIDADE...

PORÉM SE VOSSA COLHEITA FOR DE DOR E TRISTEZA TUDO O QUE TENS A FAZER É SE REDIMIR PERANTE DEUS UNIVERSAL E JAMAIS COMETER NOVAMENTE OS MESMOS ERROS.

NÃO IMPORTA QUANTO TEMPO LEVARÁ PARA QUE UM DIA TODOS NÓS SEM DISTINÇÃO TENHAMOS Á CHANCE DE ENCONTRAR O PODER VERDADEIRO DA VIDA INFINITA EM NOSSO PRÓPRIO INTERIOR.




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A você que se automedica!!!!

Você conhece alguém que já tenha recorrido a remédios tranquilizantes ao se deparar com uma situação de ansiedade, como uma prova ou uma viagem de avião? Ou, ainda, se automedicou com aquele comprimido “infalível para dor de cabeça ou dores no corpo”? Se a resposta for sim, atenção: é preciso ficar alertar ao uso abusivo de medicações, elas pode levar à hipocondria ou à dependência de remédios. Medicações derivadas de anfetaminas, como os estimulantes, e os sedativos como calmantes e tranquilizantes precisam ter seu uso controlado, pois causam dependência. Sobre a hipocondria, apesar de não ser considerado um caso de dependência, pode trazer danos à saúde, explicou o o psiquiatra Deyvis Rocha.



- Quais as medicações que causam dependência?
Primeiramente, é preciso esclarecer que são considerados dependentes de remédios pessoas que abusam de medicações derivadas de anfetaminas (estimulantes) e de sedativos (calmantes, tranquilizantes).
Apesar de maior restrição quanto à prescrição, os estimulantes são os remédios mais usados de maneira abusiva.
Os sedativos são medicações livremente prescritos pelos médicos. Entre eles estão Diazepam, Lexotan e Rivotril.
- Como identificar um hipocondríaco?
Medicação para dor, ou seja, os analgésicos, além de anti-inflamatórios, não causam dependência. A pessoa que abusa desse tipo de medicação é hipocondríaca. Essas pessoas têm receio de ficarem doentes ou sempre pensam que estão.
O hipocondríaco tende a hipervalorizar a dor. Uma coceira ou dor de cabeça, por exemplo, viram doenças graves mesmo sem terem sido diagnosticadas. Passam a tomar várias medicações e procuram o médico com constância sem motivo aparente.
Se automedicar com remédios sem prescrição pode levar o hipocondríaco à intoxicação. Dessa maneira, apesar de a hipocondria não ser considerada dependência e nem doença, dependendo do remédio ingerido de forma abusiva, pode levar essas pessoas a terem mal-estar gástrico, dores de cabeça, sonolência excessiva, baixa de pressão, agitação psicomotora e até úlcera. Isso com o uso de medicamentos que qualquer um tem em casa como a dipirona sódica, geralmente utilizada como analgésico e antitérmico.
- O que caracteriza a dependência? Como identificar se uma pessoa é dependente de remédios?
Aumento da dose: O paciente adquire um grau de tolerância à substância – isso vale também para álcool e nicotina, além de medicação -, mas ao passar do tempo não há mais resultados com aquela dose. Sente a necessidade de aumentá-la para ter a mesma sensação que o remédio lhe proporcionava antes.
Mudança de comportamento: A pessoa vai direcionar seus objetivos para conseguir mais vezes a substância. Deixa de fazer coisas importantes, como ver a família, se divertir, passa a investir seus recursos para não faltar o remédio, deixa de se preocupar com o mal que está fazendo para seu organismo e que pode sofrer consequências psicológicas. De fato, a vida da pessoa passa a ser controlada pelo empenho em adquirir e usar com maior frequência a substância. Pode, inclusive, procurar o médico para conseguir mais receitas. No caso da negação do médico, o paciente vai procurar alternativas, como pedir receitas para amigos e conhecidos profissionais de saúde.
Abstinência: Quando a pessoa deixa de usar, passa a ter reações físicas pela falta da substância que, de alguma forma, já é necessária para o corpo.
- Quais são os riscos do uso dessas substâncias de maneira descontrolada?
Reações: Variando de substância para substância, a pessoa pode ter reações físicas como tremores, alteração da pressão arterial, coração acelerado, suar demais, ficar ansiosa, inquieta, agitada, nervosa e pode, inclusive, alucinar e delirar pela falta da medicação. No caso específico das anfetaminas, a pessoa pode ter surtos.



- Para que os medicamentos (estimulantes e sedativos) são receitados?
Primeiramente, esses medicamentos têm prescrição restrita. Os anfetamínicos são indicados para emagrecimento, por exemplo. Como aceleram o metabolismo, as pessoas ingerem com maior frequência ao avaliar que podem perder os quilos desejados mais rapidamente.
Já os sedativos são indicados como tranquilizantes, então, sentir um bem-estar e livrar-se da ansiedade pode fazer com que as pessoas passem a tomar maiores doses. É um problema quando torna-se um hábito.
- Tomar remédio por indicação de terceiros pode levar a dependência?
Apesar de o uso de estimulantes e sedativos requerer receita médica, é possível que uma pessoa torne-se dependente ao se automedicar com remédios de alguém próximo.
Um exemplo muito comum é de uma pessoa achar que vai curar uma ansiedade tomando o mesmo calmante de um membro da família, que provavelmente só o utiliza por orientação do médico.
Muita gente toma sedativo por conta de um nervosismo antes de uma prova importante, uma viagem de avião. Mas, quando menos espera, começa a buscar a sensação de tranquilidade alcançada anteriormente de uma forma mais frequentemente.
O Rivotril, por exemplo, é um dos medicamentos mais prescritos no Brasil. Há muitos casos de pessoas que começam a se automedicar com a receita e indicação do outro. A pessoa pode até se sentir bem no começo, mas se tiver mal e for uma depressão, por exemplo, o sedativo só vai lhe servir por algumas horas. Essa pessoa deveria ir ao médico e ser receitada com um antidepressivo adequado ao seu problema, se for o caso.
Se automedicar com esses remédios, então, é sim uma forma de criar dependência.
- Dependência de remédios é uma doença?
Sim, é uma doença. O uso dessas substâncias fazem mal ao organismo. O uso frequente de sedativos pode causar alterações na memória. Já o uso de estimulantes pode resultar em sintomas psicóticos como alucinações (ouvir vozes, ver coisas que ninguém vê) e delírios (ideia de perseguição, de que estão planejando contra a pessoa).



- A dependência de remédios tem cura?
Primeiramente, há duas categorias de pacientes:
Abuso da medicação: É justamente o estágio que o paciente passa de uma dose para duas, três em diante. Ainda não é considerado dependente e nem sofre com os sintomas. Mas já é um grau, um indício de que está entrando em estado de dependência da substância. Nesse caso, o tratamento é mais fácil, pois o paciente não desenvolveu sinais de abstinência.
Dependência: O tratamento não é igual para todos os dependentes, pois cada caso é um caso. Uma das principais etapas é a desintoxicação. Mas a droga não é retirada subitamente, pois o paciente pode ter síndrome de abstinência.
O primeiro passo do tratamento é a vontade do paciente, é fundamental que ele esteja disposto a se curar. A terapia psicosocial é indicada por ajudar a desenvolver o reconhecimento da dependência no paciente, pois a maioria deles ignora estar doente psicologicamente.
É feita, ainda, uma terapia que envolve médicos especialistas, psicólogos e terapia familiar, para que os entes o ajudem na recuperação. Pode-se incluir também tratamento medicamentoso para controle de ansiedade e abstinência.
- Qual é a orientação para as pessoas que têm o costume de se automedicar?
É preciso ficar alerta com o “autotratamento”. As pessoas podem se tornar hipocondríacas com o uso abusivo de analgésicos e anti-inflamatórios, e dependentes no caso da automedicação com estimulantes e sedativos.
No caso da dependência, é importante que os familiares observem as reações da pessoa que ingerem esses medicamentos e os apoiem no tratamento.
Se automedicar sem se consultar com o um especialista é a origem dos casos de hipocondria e dependência de remédios. Ao invés de as pessoas ficarem boas, acabam prejudicadas.
Não tem segredo, qualquer coisa que sentir de anormal, é preciso procurar um médico para que ele auxilie.









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