31 de mai de 2012

ANTES DE SOLTAR OS LAÇOS ENERGETICOS O SOFRIMENTO PODE SER GRANDE


“Lar Recanto da Vida” Coordenação: Renata Cardoso




LAÇOS DE ENERGIA



Quando você se apaixona e vive uma intensa relação com alguém, ligações energéticas se forma para unir o casal. Saiba como isso acontece e como desfazer delicadamente esse cordões de energia quando acontece a separação.No começo, tudo é encanto e alegria. Você se apaixona, ele se apaixona e há uma vibrante troca de energética entre os dois. “Quando duas pessoas se enamora, os campos de energia de ambos brilham e se entrelaçam. São como pólos magnéticos que se buscam”, afirma a terapeuta paulista Renata Cardoso, que há 10 anos testemunha em seu consultório essa fase de profundo encanto com a vida.
A força produzida pela interação dos apaixonados é tão potente que, sem perceber, o casal alimenta-se dela “A luz gerada por essa emoção transparece no olhar, na pele. Nos transformamos em sóis ”, poetiza a Psicoterapeuta.A atividade sexual intensifica essa troca vital. “A dupla passa intercambiar luminosidade pelos seus chacras,ou centro de energia do corpo, definidos pela milenar sabedoria Hindu. Com o tempo os dois enamorados começam a formar verdadeiros cordões energéticos que liga um ao outro”, revela Renata Cardoso integrante do. Núcleo de Apoio ao desenvolvimento humano Lar Recanto da Vida.






                                                                    
Troca intensa


Na maioria dos casos, esses cordões envolve apenas os três chacras inferiores dos dois parceiros. O chacras básico fica na base da coluna e rege a vontade de viver, o amor-próprio e a relação com o mundo material. A seguir, vêm o chacra do plexo solar (localizado na altura do estômago), que ‘’é responsável pela auto- estima e pela expressão individual. O quarto chacra é o cardíaco, centro de transmissão e captação da energia de amor, carinho e ternura. “Um relacionamento pode começar pelos níveis mais comuns e evoluir até o surgimento de sentimento refinados e nobres”, afirma a especialista. É quando a paixão se transforma em amor. “O sexo se torna ainda mais pleno e satisfatório porque integra outra qualidade de envolvimento e emoção”, diz Renata Cardoso.





                                                               
Quando o amor não vinga




Mais também pode ser que isso não aconteça. E o resultado dessa união seja uma relação infeliz ou muito dependente , explica a especialista. “Ela pode até durar muito tempo, mas está baseada num frágil equilíbrio entre carência e dependências”, aponta ela. Tal situação instável tende a aparecer no plano energético, continua Renata Cardoso. Pode gerar uma obsessão doentia de um pelo outro, brigas ligadas á competitividade ou ao desejo de ser aquele quem manda mais na relação. Diz a psicoterapeuta Renata Cardoso: “Um exemplo comum dessa situação é aquele no qual a mulher se direciona inteiramente para homem e faz tudo que ele quer. Assim ela retira a luz de si mesma , esquecendo-se de que é a entidade autônoma, brilhante e cheia de vida por seu parceiro uma dia se apaixonou .




   Até que a energia nos separe



Quando a separação acontece, mesmo morando em casas separadas e com o fim do contato sexual, fortes laços energéticos continuam presentes: “A partir da dissolução de uma união, essas ligações devem enfrentar gradualmente com a ajuda do tempo . mas muitas vezes um dos parceiros – juntamente o que sente mais a dor da separação – continua a nutri-las, por meio de sentimentos com mágoa tristeza, raiva ou desejo de tornar a controlar novamente a situação”, acrescenta Renata Cardoso.Algo compreensível se pensarmos que os laços que um dia uniram corações não se desfazem apenas baseados na lógica ou na separação de bens materiais. “Quando mais profunda a união, mais forte é o elo que se forma entre duas pessoas. Os corpos já podem estar separados, mais a energia criada entre eles ainda o mantém juntos”, diz ela.





                                                          
Despedidas em boa hora


Após a separação, a passagem dos dias denuncia o vácuo aberto pela falta do outro.
Nesse estado, é comum as pessoas não querem se desfazer dos objetos deixados pelo parceiro, cultuar momentos vividos juntos e, muitas vezes, revestir a imagem do outro de qualidades irreais. Quando isso acontece, diz Renata Cardoso, há uma perda constante de energia . “A força vital se esvaia por essas ligações e a pessoa se sente vazia. Exausta e pode até adoecer”, conta há psicoterapeuta Renata Cardoso.
Foi o que aconteceu com o comerciante paulista Fernando Munhoz. “ Depois do fim do casamento, chorava durante horas encolhido na cama, só pensando na minha ex.- mulher. Isso durante messes. Um dia, percebi quanta energia estava perdendo e onde podia parar com essa obsessão”, tomou , então, algumas providencias. “Fiz um pequeno ritual que eu mesmo imaginava, pedindo para São Miguel Arcanjo desfazer esses laços com ela. fiz terapia só sobre a separação e depois viajei para o nordeste. Voltei outro, convicto de que queria voltar a ser feliz”, Conta ele.



Trabalho Consciente


Uma situação de dependência afetiva- e, portanto, energética- pode causar muito sofrimento, mais até do que o necessário, acrescenta a especialista Renata Cardoso. Em primeiro lugar, explica ela, ajuda muito ter consciência desses cordões e de que podem perdurar por longo tempo. Em segundo lugar, é preciso reconstruir a individualidade e retomar as rédeas da própria vida. “É vital digerir e assimilar o que aconteceu, detecta por que se formaram essas ligações e nossa participação nesse processo. Talvez, com essa consciência, esses padrões não se repitam em outra relação”, garante Renata Cardoso. Isto é, com alegria e esperança é possível viver de outra forma e abrir-se para um novo amor.

Profa. Renata Cardoso

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